Antes e depois do lançamento da chapinhaLusivan Suna é pernambucano, artista plástico, teatrólogo, escritor, professor, jornalista, historiador e fisiatra. Membro pesquisador do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
terça-feira, 27 de novembro de 2007
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
domingo, 11 de novembro de 2007
PAraÍSo de safados
Congresso trama criar 7,6 mil vagas de vereadoresMagnetizado pelo debate em torno da CPMF, o noticiário vem negligenciando um assunto tão relevante quanto explosivo: a Câmara dos Deputados incluiu na pauta de votações desta semana uma emenda constitucional que aumenta de 51.875 para 59.514 o número de vereadores no país. Ou seja, serão injetadas nas câmaras de vereadores dos 5.562 municípios do Brasil mais 7.639 cadeiras. Aprovada na Câmara, a emenda será enviada ao Senado.
A proposta vem sendo discutida, à surdina, há quatro anos. Ganhou impulso em maio do ano passado, ao ser aprovada numa comissão especial da Câmara. Trata-se de reação a uma resolução baixada pelo Tribunal Superior Eleitoral em abril de 2004. A decisão do TSE impôs a extinção de 8.528 cadeiras de vereadores em todo país. Se for aprovada, a proposta que tramita no Congresso praticamente reconstituirá o cenário que vigorava antes da intervenção moralizadora do tribunal. É o que demonstra um estudo realizado pelo IBAM (Instituto Brasileiro de Administração Municipal).
Numa tentativa de atenuar a má repercussão da manobra, os deputados enrolam-se numa bandeira que traz o rótulo da esperteza. Argumentam que a emenda que estão prestes a aprovar impõe uma redução dos gastos dos municípios com suas câmaras de vereadores. Uma tese de difícil deglutição. Junto com os novos vereadores viriam os salários –deles e dos inevitáveis assessores—, novos gabinetes e as inúmeras vantagens que costumam acompanhar o exercício da atividade parlamentar.
De concreto, tem-se, por ora, apenas duas certezas: 1) o número de vereadores está na bica aumentar; 2) a recriação de 7.639 novas vagas nas câmaras municipais impõe aos caixas dos municípios uma despesa adiconal que o bom senso recomendaria evitar. Tudo sob um silêncio ensurdecedor, amplificado pelo barulho da CPMF.
ISSO É UMA ESCULHAMBAÇÃO, MAS É POUCO PARA VER SE A POPULAÇÃO APRENDE A DEIXAR DE SER BESTA.
No próximo ano VÁ VOTAR. Depois não reclame.....MAS TODO CASTIGO É POUCO.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
A falta que faz a pena de morte
Como se já não bastasse a desgraça e atraso que as religiões causaram e por incrível que pareça, ainda causam em pleno século XXI para a humanidade, ainda aparece imbecís que acreditam em céu e inferno, bem como, se passam para defenderem e acobertarem esses crápulas religiosos.Meu pai já dizia: - " 90% são viados, 9% são pedófilos e apenas 1% se aproveita pra alguma coisa".
Não interessa quem seja. Pedófilo, estuprador e sequestrador tem que se sangrar em praça pública para servir de exemplo.
sábado, 3 de novembro de 2007
Paraíso de bandidos
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
sábado, 6 de outubro de 2007
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Ambulância do sus
domingo, 16 de setembro de 2007
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Lampião - O REI DO CANGAÇO
VIRGULINO FERREIRA DA SILVA(Lampião)
Pai: José Ferreira da Silva
Mãe: Maria Lopes
Nasceu no dia 04 de junho de 1898, no sítio Passagem das Pedras – Vila Bela, atual Serra Talhada/Estado de Pernambuco.
Faleceu no dia 28 de julho de 1938, na gruta de angico, município de Poço Redondo/Estado de Sergipe. Foi morto de emboscada, juntamente com mais 9 cangaceiros e sua companheira – Maria Bonita.
“O século passado estava
Dando sinal de cansaço,
José e Maria presos
Por matrimonial laço,
Em breve seriam pais
Do grande rei do cangaço.
No dia 4 de junho
De noventa e oito, a pino
Estava o sol, e Maria
Dava a luz um menino
Que receberia o nome
Singular de virgulino.”
Versos de Gonçalo Ferreira da Silva, do cordel:”O Capitão do Cangaço”
SITE OFICIAL: www.infonet.com.br/lampiao/
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Brasileiro típico

CARTA DE UM CALOTEIRO HONESTO
Prezado senhores.
Esta é a décima carta jurídica de cobrança que recebo de Vossas Senhorias...Sei e reconheço que não estou em dia com minhas prestações, mas o problema é que também devo em várias outras lojas e todas aguardam que eu salde minhas dívidas. Porém, o meu salário só permite que eu pague duas prestações no fim de cada mês, portanto, as demais não tem como serem pagas e forçadamente ficam para possível quitação no mês imediatamente seguinte ao sorteio.
Esclarecendo melhor!!!... Todo mês, ao receber meu mísero salário, escrevo o nome de todos os meus credores em um pedaço de papel, enrolo direitinho e coloco dentro de uma linda caixinha. Depois, olhando para o outro lado (Juro que são obedecidos os mais rigorosos preceitos que regem todo sorteio honesto), tiro dois papéis, que são os dois “sortudos” do mês, os contemplados que irão ver a cor do meu suado dinheirinho. Os outros, paciência e compreensão. Tem que aguardarem um novo sorteio.
Firmo aos senhores com toda certeza e honestidade, que sua conceituada empresa tem feito parte todos os meses do importante conteúdo sorteável da minha caixinha. Se não os paguei ainda nenhuma prestação, é porque os senhores estão com muita pouca sorte.
Outrossim, finalizando, informo: Se os senhores continuarem com esse descalabro e insistência de me enviar cartas de cobrança ameaçadoras e insolentes, como a última que me foi enviada, serei forçosamente obrigado a excluir doravante, o nome de Vossa conceituada empresa dos meus sorteios mensais, embasado no princípio de tentativa de manipulação de resultados, denominado judicialmente e criminalmente enquadrado como:Tentativa de fraude.
Antecipadamente Agradece:
Um brasileiro
Prezado senhores.
Esta é a décima carta jurídica de cobrança que recebo de Vossas Senhorias...Sei e reconheço que não estou em dia com minhas prestações, mas o problema é que também devo em várias outras lojas e todas aguardam que eu salde minhas dívidas. Porém, o meu salário só permite que eu pague duas prestações no fim de cada mês, portanto, as demais não tem como serem pagas e forçadamente ficam para possível quitação no mês imediatamente seguinte ao sorteio.
Esclarecendo melhor!!!... Todo mês, ao receber meu mísero salário, escrevo o nome de todos os meus credores em um pedaço de papel, enrolo direitinho e coloco dentro de uma linda caixinha. Depois, olhando para o outro lado (Juro que são obedecidos os mais rigorosos preceitos que regem todo sorteio honesto), tiro dois papéis, que são os dois “sortudos” do mês, os contemplados que irão ver a cor do meu suado dinheirinho. Os outros, paciência e compreensão. Tem que aguardarem um novo sorteio.
Firmo aos senhores com toda certeza e honestidade, que sua conceituada empresa tem feito parte todos os meses do importante conteúdo sorteável da minha caixinha. Se não os paguei ainda nenhuma prestação, é porque os senhores estão com muita pouca sorte.
Outrossim, finalizando, informo: Se os senhores continuarem com esse descalabro e insistência de me enviar cartas de cobrança ameaçadoras e insolentes, como a última que me foi enviada, serei forçosamente obrigado a excluir doravante, o nome de Vossa conceituada empresa dos meus sorteios mensais, embasado no princípio de tentativa de manipulação de resultados, denominado judicialmente e criminalmente enquadrado como:Tentativa de fraude.
Antecipadamente Agradece:
Um brasileiro
domingo, 9 de setembro de 2007
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
domingo, 26 de agosto de 2007
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Títulos de filmes no Nordeste

TÍTULOS DOS FILMES NO NORDESTE.......
Uma Linda Mulher - "A Caboca Aprumada"
O Poderoso Chefão - "O Coroné Arretado"
O Exorcista - "Arredadô de Capeta!"
Os Sete Samurais - "Os Jagunço de Zóio Rasgado"
Querida, Encolhi as Crianças - "Muié, ó o Tamanhim dos Bichim!"
Godzila - "O Calangão"
Os Brutos Também Amam - "Os Vaquero Baitola"
Ases Indomáveis - "motôristas do Cão"
Sansão e Dalila - "O Cabeludo e a Quenga"
O Baile Perfumado - "Rastapé Cheroso"
Perfume de Mulher - "Cherim de Caboca"
Tora, Tora, Tora! - "Oxente, Oxente, Oxente!
"Mamãe Faz Cem Anos - "Deu a gota! A veinha Num Morre Mais!"
Guerra nas Estrelas - "Arranca-Rabo no Céu"
Viagem ao Fundo do Mar - "A jangada afundô"
O Último dos Moicanos - "O Derradeiro Bugre com Cabelo Espetado"
A Nau dos Insetos - "A Canoa dos Doidim"
Um Peixe Chamado Wanda - "Lambari cum Nome de Muié"
A dama de vermelho - “A quenga de encarnado”
Os dez mandamentos - “As ordi do coroné”
Rede de Intrigas - "Balaio de Fuxico"
A dama de vermelho - “A quenga de encarnado”
Os dez mandamentos - “As ordi do coroné”
Rede de Intrigas - "Balaio de Fuxico"
Noviça Rebelde - "A Beata Encrenquera"
O Corcunda de Notre Dame - "O Monstrim da Igreja Grande"
O Fim dos Dias - "Nóis Tamo é Lascado!"
Duelo ao Sol - "Sururu no Pingo do Mêi dia"
Invasão de Privacidade - "O Intromitido"
Titanic - "A Canoa Furô"
Um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita - "Um Cabra Pai D`Égua de Quem Ninguém Disconfia"
Os Filhos do Silêncio - "Os Fi do Mudim"
O Pecado Mora ao Lado - "No Oitão do Cabaré"
Caçadores da Arca Perdida - "Procurando o Balaio que Sumiu"
A Bela e a Fera - "A bunita e o lubisômi"
A Pantera Cor-de-Rosa - "A Onça Viada"
Todos em cartaz.
domingo, 12 de agosto de 2007
sábado, 11 de agosto de 2007
História de um palhaço
No mundo do faz de conta,E o rei do riso, da alegria,
Da ilusão, traquinagem e fantasia.
Nariz vermelho, cara pintada,
Roupa colorida e folgada,
Assim e o ídolo da garotada.
Eu, porém, que já conheço,
Dessa vida as asperezas, os tropeços,
Observo com atenção uma cena inusitada:
Uma lágrima escorrer meio que escondida,
Devagar, trêmula, cristalina, incolor,
No rosto daquele ser que vive alegrando a vida.
E, a platéia sem perceber, aplaudia com grande fervor,
Achando tudo aquilo estranho, fiquei pensativo,
Qual a causa de estar acontecendo aquilo, o motivo ?
Seria uma lágrima de alegria ?
Seria talvez, uma lágrima de desamor ?
Seria por acaso, uma lágrima de dor ?
Não, não poderia ser de alegria,
Pois o texto ele conhecia e repetia,
Já a vários anos, dia após dia.
De desamor, com certeza também não,
Ele tinha uma grande paixão,
Uma filhinha, uma flor em botão.
Restava portanto, a lágrima de dor,
Nesse instante ele ficou sério, parou,
Pediu licença a platéia e dolente falou:
- “Distinto e respeitável público,
Desculpe-me, mas não posso continuar,
Neste instante sinto-me culpado,púdico.
Um anjo todos os dias estava a me assistir,
Na primeira fila, palmas batia sem parar,
Mas a partir de hoje, nunca mais estará aqui.
Pouco antes do espetáculo começar,
Talvez, não mais querendo vê-la sofrer,
O mal que a acometia, achou de sua vida tirar.
Eu, por me preparar pra começar a trabalhar,
Não pude com ela os últimos instantes estar,
Pois sabia que o espetáculo não podia parar.
Tinha uma obrigação, um dever,
Só depois das luzes apagarem, tudo terminar,
Poderia eu chegar junto e dolente chorar.
Senhora e senhores, meus prezados,
A dor que ora sinto, não me deixa continuar,
Nenhum de vocês pode mensurar o meu sofrer.
Como pai, no momento, estou arrasado,
Espero ao menos que entendam o meu estado,
O motivo de não dar continuidade, ter parado.
Peço que me deixem ir para junto dela,
Pois a única coisa que agora posso fazer por ele,
E rezar e derramar meu pranto solitário, calado.
A platéia, pela primeira vez, não aplaudiu,
Aquele grande palhaço que ate então surgiu,
Junto com ele chorou, chorou...E silenciosamente partiu.
- Lusivan Suna
Orgulho de Ser Nordestino
Por Felipe Camarão, exemplo de patriotismo e valentia,Pelo índio que lutou, mas não se submeteu a serventia,
Por Zumbi, que deu liberdade aos negros no Quilombo,
Pelos escravos, que produziam riquezas sem escambo.
Por Henrique Dias e Fernandes Vieira, que nossa historia forjaram,
Pelos que nos montes dos Guararapes lutaram... Tombaram,
Por Vidal de Negreiros, alma da Insurreicão Pernambucana,
Pelo que fizeram em Tejucupapo as Marias, Severinas, Joanas...
Por Frei Caneca, que tinha nossa liberdade nas veias,
Pelo que fez o fantástico Delmiro Gouveia,
Por Francisco Sabino, líder e mártir da Sabinada,
Pelo ideal de Manoel dos Anjos, herói da Balaiada.
Por Rui Barbosa, gënio verbal que o tempo trespassa,
Pelo que Assis Chateaubriand demonstrou de raça,
Por Jose de Alencar, que obras primas na literatura deixou,
Pelo que Gilberto Freire a posteridade legou.
Por Oliveira Lima, nosso maior historiador,
Pelo Jorge Amado que nossa cultura tão bem registrou,
Por Epitácio Pessoa, grande político, orador e jurista,
Pelo que Foi Joaquim Nabuco, em prol da causa abolicionista.
Por Castro Alves, voz e alma do abolicionismo,
Pelo que foi João Cabral de Melo Neto, modelo de lirismo,
Por irmã Dulce, imaculada Santa da pobreza,
Pelo exemplo ímpar de ideal do Gregório Bezerra.
Por Manoel Borba, modelo exemplar de probidade,
Pelo que Maria Quitéria demonstrou de nacionalidade,
Por Augusto dos Anjos, descante do nosso interior,
Pelo sonho de criação da Confederação do Equador.
Por Nelson Ferreira, catedrático da nossa música,
Pelo que fez Capiba, cantando nossa gente de forma única,
Por nosso cotidiano, tão bem retratado pelo Manoel Bandeira,
Pelo expoente maior do nosso teatro, Valdemar de Oliveira.
Por ter transformado o barro em arte, Mestre Vitalino,
Pelo cabra macho que foi Lampião, Capitão Virgulino,
Por Canudos, Antonio Conselheiro e sua saga,
Pelos baiões, forrós e xotes, de Luis (Lua) Gonzaga.
Por Padim Ciço, que levou a fé do litoral ao sertão,
Pelo empenho de D. Helder em prol dos irmãos.
Por Patativa do Assaré, tirando do nosso sofrer belas cantigas
Pelo vaqueiro, que busca a rês com coragem na caatinga.
Por todo sertanejo, que é entes de tudo um forte,
Pelo jangadeiro, que enfrenta o mar, não teme a morte,
Por nossos causos, lendas, litoral, sertão e mata,
Pelo belo de nossas mulheres, loiras, negras e mulatas.
Por toda história e altivez de nossa gente,
Pelos que sonham com o Nordeste independente,
Por todos os exemplos supra, é que desde menino,
Pelo que aprendi e vejo, tenho orgulho de ser nordestino.
- Lusivan Suna
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